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Conselho de Sentena decidir caso Bernardo

Homem fica ferido em coliso com dois caminhes

Rio Grande do Sul Crédito: Veridiana Rhsler / RVA

Rus so considerados culpados e recebem condenao da Justia no caso Bernardo

Pai e madrasta, alm da amiga e do irmo, recebem as sentenas da juza depois de cinco dias de julgamentos

  • Rus so considerados culpados e recebem condenao da Justia no caso Bernardo
    Foto: Divulgação

Foi apresentado o resultado do júri realizado no município de Três Passos sobre o caso da morte de Bernardo Boldrini. Os quatro réus foram considerados culpados pelo júri e receberam condenação. Leandro Boldrini (pai), Graciele Ugulini (madrasta), Edelvânia Wirganovicz (amiga da madrasta) e Evandro Wirganovicz (irmão de Edelvânia) responderam pelos crimes de homicídio quadruplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica (esse último só Leandro).

Penas

Leandro foi condenado em 33 anos e oito meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. Já a madrasta Graciele, foi condenada a 34 anos e sete meses de reclusão, em regime inicialmente fechado, pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

Edelvânia foi condenada a 22 anos e dez meses de reclusão em regime inicialmente fechado. Evandro também foi considerado culpado e condenado a cumprir pena em nove anos e seis meses de reclusão em regime semiaberto. 

Julgamento 

O julgamento dos acusados pela morte do menino ocorreu desde segunda-feira, 11, no Fórum. Quando morreu, em 2014, Bernardo tinha 11 anos. Foram cinco dias de apresentações e falas entre acusação e defesa dos réus, para se chegar ao resultado. Segundo o Ministério Público, o menino foi morto com superdosagem de medicação e o crime foi planejado. A madrasta Graciele Ugulini e sua amiga Edelvânia Wirganovicz praticaram a ação e enterraram o corpo em uma cova feita por Evandro Wirganovicz, irmão de Edelvânia. O pai de Bernardo, Leandro Boldrini, também foi condenado, pois sabia do crime e não teria protegido o próprio filho.

A juíza, ao citar que o crime foi premeditado, também destacou a 'frieza' dos condenados e disse que o crime trata-se de uma 'covardia'. Ao mesmo tempo, foi levado em consideração que antes de ser morto, Bernardo já sofria grande pressão psicológica e agressões verbais por parte do pai e da madrasta dentro de casa.


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